INHAMBANE, 5 DE NOVEMBRO DE 2026 – O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo durante a abertura da II edição do Mozambique Tourism Summit, nesta quarta-feira, 5 de Novembro, em Vilankulo, província de Inhambane, colocou a conservação da natureza e a inclusão das comunidades locais entre os pilares fundamentais do desenvolvimento turístico nacional.
Presidente da República considera que o sucesso do turismo não deve ser medido apenas pelas receitas geradas, mas também pela preservação do património natural, criação de empregos e benefícios para as comunidades locais.
O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defendeu a necessidade de Moçambique desenvolver um modelo de turismo sustentável, capaz de gerar riqueza, atrair investimentos e criar oportunidades económicas sem comprometer os ecossistemas e a biodiversidade que constituem uma das maiores riquezas do país.
Na sua intervenção, Daniel Francisco Chapo, Presidente da República, foi claro ao defender que o crescimento do sector não pode acontecer à custa da destruição dos recursos naturais que tornam Moçambique um destino turístico de referência.
“Queremos um turismo que cresça sem destruir a natureza que o torna atractivo e sem deixar para trás as comunidades que o acolhem”, afirmou o Presidente da República.
O Chefe do Estado acrescentou que o sucesso a um empreendimento turístico não deve ser avaliado apenas pelas receitas que produz, mas também pelos empregos que cria, pelas empresas nacionais que integra, pelas comunidades que beneficia e pelo património natural que consegue preservar.
Ao abordar os desafios do desenvolvimento turístico num contexto de mudanças climáticas, Daniel Chapo destacou a importância de proteger os ecossistemas que sustentam a riqueza natural de Moçambique.
“Das áreas de conservação do interior aos ecossistemas marinhos de Bazaruto e das Quirimbas, precisamos de conciliar investimento, conservação da biodiversidade e resiliência das comunidades locais”, sublinhou o Chefe do Estado
O Presidente da República defendeu o desenvolvimento do turismo comunitário e rural, a formação dos jovens e a valorização das mulheres empreendedoras, considerando que os benefícios do crescimento turístico devem chegar às populações que vivem nos territórios onde se encontram os principais recursos naturais.
Durante o Summit, PR Daniel Chapo, destacou a diversidade de destinos que Moçambique oferece, mencionando as águas de Bazaruto, as ilhas das Quirimbas, as praias de Inhambane, a biodiversidade da Gorongosa e as paisagens do Niassa.
O Presidente da República salientou que Moçambique não pretende competir apenas pela beleza das suas praias, mas também pela qualidade das experiências turísticas, autenticidade cultural, excelência dos serviços e confiança oferecida aos visitantes e investidores.
O PR, Daniel Chapo, apresentou aos participantes uma carteira de 40 a 50 projectos turísticos, incluindo 25 oportunidades estruturadas para parcerias e financiamento.
Entre os projectos anunciados está o corredor costeiro Vilankulo–Inhassoro, com 35 quilómetros, que prevê empreendimentos hoteleiros, marinas, resorts ecológicos, restauração e zonas residenciais.
O Presidente da República, Daniel Chapo, disse que o crescimento do turismo deve caminhar lado a lado com a preservação do património natural. (x)
05/11/2026













































