MAPUTO, 30 DE MAIO DE 2025 – O Parque Nacional do Mágoè (PNM) viveu um momento histórico, no passado dia 30 de maio, com a cerimónia de encerramento do seu 1.º Curso Básico de Fiscais de florestas e Fauna  Bravia.

A Administradora do Paraue Nacional de Magoé, Juliana Mwitu, disse que o Parque Nacional de Mágoè (PNM) tem como desafios Conflito Homem Fauna Bravia (CHFB), a Caça furtiva, as queimadas descontroladas e a exploração de carvão e com a formação deste contingente de fiscais irá contribuir para a redução significativa destas adversidades.

“Aproveitando esta oportunidade soberana, quero exortar a todos os recém-formados para que usem de forma plena, íntegra e acabada todas as capacidades técnicas adquiridas nesta formação nas vossas atividades diárias. O vosso comportamento deve pautar-se sempre pela ética, legalidade e amor à pátria.” – exortou a Administradora do Parque Nacional de Magoé, Julianq Mwitu.

A Administradora do Parque Nacional de Magoé agradeceu o Banco Mundial através do projecto MozRural e a BIOFUND como agência fiduciária que proporcionaram condições necessárias para que este evento lograsse os objetivos preconizados. Sem esta parceria estratégica, este marco não seria possível.

“Aos parceiros, designadamente: a Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), a Agência de Desenvolvimento do Vale de Zambeze (ADVZ), a JINDAL AFRICA, a Moçambique e Relâmpago Safaris e a Outcome Conservation pelo apoio estratégico nesta formação e na logística para que fosse possível a realização deste evento que hoje estamos a testemunhar.” – agradeceu Administradora do Parque Nacional de Magoé, Juliana Mwitu.

O treino intensivo, iniciado a 6 de abril, preparou 63 novos guardiões da natureza (52  homens e 11 mulheres), reforçando a linha da frente na proteção do nosso património natural. Deste contingente, 44 graduados integram o curso básico de fiscais de florestas e fauna bravia  e, 19 concluíram o curso de habilidades chaves de campo e controlo de acesso.

O evento foi prestigiado por diversas entidades de relevo, reforçando o compromisso colectivo com o desenvolvimento da região. A comunidade local esteve no centro do evento, representada por uma oração e pelas palavras do líder comunitário de Daque.

O Parque Nacional de Magoé localiza se no distrito de Magoé, província de Tete. (x)

MAPUTO, 25 DE MAIO DE 2026 – A população de elefantes foi estimada em cerca de 21.700 animais, mais do dobro da registada em 2018. Verificou-se igualmente uma redução significativa do número de carcaças de elefantes, indicando diminuição da caça furtiva. Outras espécies de mamíferos de médio e grande porte também apresentam tendências de crescimento ou estabilidade populacional.

 

Os censos realizados em 2014 e 2018 revelaram um acentuado declínio das populações de fauna bravia no país. A população de elefantes reduziu de mais de 20 mil animais em 2008 para cerca de 10.800 em 2014 e 9.114 em 2018.

 

Esta recuperação reflecte os esforços conjuntos do Governo, co-gestores das áreas de conservação, sector privado e parceiros de cooperação, através de:

  • Reforço da fiscalização e combate à caça furtiva;
  • Sensibilização e envolvimento comunitário na conservação;
  • Partilha de benefícios provenientes da conservação com as comunidades;
  • Programas de reintrodução de fauna em algumas áreas de conservação.

 

Um resultado de destaque do censo de 2025 é que, pela primeira vez, o sul de Moçambique apresenta maior número de elefantes do que as regiões centro e norte.

Este cenário resulta da consolidação da Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Limpopo, que facilita a dispersão de elefantes provenientes do Parque Nacional Kruger (África do Sul) e do Parque Nacional de Gonarezhou (Zimbabwe) para o Parque Nacional do Limpopo e áreas adjacentes.

Contudo, os resultados do norte do país poderão estar subestimados devido à exclusão de algumas áreas do censo por razões de segurança.

 

Apesar dos avanços registados, o censo de 2025 revelou igualmente a contínua expansão de actividades humanas no interior das áreas de conservação, sobretudo agricultura, assentamentos humanos, exploração de madeira e mineração.

Estas actividades degradam habitats e agravam o conflito homem-fauna bravia. Neste contexto, a ANAC e os seus parceiros continuarão a reforçar as medidas de fiscalização, sensibilização comunitária e promoção da economia da fauna bravia (x)

MAPUTO, 12 DE MAIO DE 2026 – O Ministro da Economia, Basílio Muhate, participou nesta terça-feira, 12 de Maio de 2026, na maior Feira Internacional de Turismo de África (INDABA), em Durban, África de Sul.

 

A feira de INDABA foi dirigida pelo Presidente da República de Africa de Sul, Cyril Ramaphosa e contou com vários Ministros de Turismo do continente africano.

 

A Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) está presente e visite o nosso stand. (X)

MAPUTO, 27 DE ABRIL DE 2026 – O grupo sul-africano Singita, uma referência africana em ecoturismo de luxo, vai investir US$ 102 milhões na implementação de um novo projecto turístico na Ilha Santa Carolina, localizada no Arquipélago de Bazaruto, província de Inhambane.

 

De acordo com o plano apresentado, US$ 60 milhões serão aplicados na construção de um lodge de luxo com 60 camas, concebido para atrair visitantes de alto rendimento e posicionar Santa Carolina como um destino turístico exclusivo. Os restantes US$ 42 milhões serão investidos em projectos complementares no Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto, incluindo obras de reabilitação ambiental e expansão da oferta turística.

 

O projecto prevê a criação de 240 empregos directos e cerca de 260 indirectos, contribuindo para o dinamismo económico da província.

 

A Singita, que opera actualmente 19 empreendimentos em quatro países africanos, financiará o investimento integralmente com capitais próprios, distribuídos ao longo de um período de cinco anos. (x)

MAPUTO, 10 DE ABRIL DE 2026 – A Administração Nacional da Área de Conservação (ANAC) e Safaris Moçambique assinaram nesta sexta-feira, 10 de Abril de 2026, na Cidade de Maputo, o memorando de entendimento com objectivo de estabelecer uma parceria para colaboração na realização de projectos de pesquisa sobre a vida selvagem, especificamente relacionada com a estimativa da distribuição e abundância do hipopótamo (Hipopótamos amphibius), na Albufeira de Cahora Bassa, Província de Tete, em Moçambique.

 

O memorando de entendimento foi assinado pelo Director Geral da ANAC, Pejul Calenga e pelo Representante da Safaris Moçambique, Simon Rodger.

 

Com duração de um ano e seis meses, o levantamento de dados com recurso a drones será realizado em Setembro de 2026, período considerado mais eficientes, caracterizado com os níveis de água tipicamente baixos no rio Zambeze e observação agrupamento de hipopótamos.

 

As Partes manterão contacto e colaborarão com a Associação Moçambique de Safari (AMOS) e respectivos operadores da área de estudo, para apoiarem a pesquisa do hipopótamo.

 

Será convidada a fazer parte na qualidade de Autoridade Científica da CITES, a Universidade Eduardo Mondlane, através dos seus cientístas do Comité/ comissão nacional animal. (x)

MAPUTO, 10 DE ABRIL DE 2026 – O Secretário Permanente do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Acubar Batista, em representação do Ministro, Roberto Mito Albino, disse nesta sexta-feira, 10 de Abril de 2026, que a caça desportiva é chamada a desempenhar o papel vital de elemento de transformação elevando o padrão de vida das comunidades, permitindo o acesso a benefícios tangíveis e aumentar cada vez mais as receitas para as comunidades, a criação de emprego local e sua inclusão da cadeia de valor da economia de vida selvagem.

 

Acubar Batista saudou o envolvimento e contributo dos operadores de safaris na estabilização da segurança nas áreas de conservação.

 

“… 𝚙𝚎𝚛𝚖𝚒𝚝𝚊𝚖-𝚖𝚎 𝚜𝚊𝚞𝚍𝚊𝚛, 𝚍𝚎 𝚏𝚘𝚛𝚖𝚊 𝚙𝚊𝚛𝚝𝚒𝚌𝚞𝚕𝚊𝚛, 𝚘 𝚎𝚗𝚟𝚘𝚕𝚟𝚒𝚖𝚎𝚗𝚝𝚘 𝚎 𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚒𝚋𝚞𝚝𝚘 𝚍𝚘𝚜 𝚘𝚙𝚎𝚛𝚊𝚍𝚘𝚛𝚎𝚜 𝚍𝚎 𝚜𝚊𝚏𝚊𝚛𝚒𝚜 𝚗𝚊 𝚎𝚜𝚝𝚊𝚋𝚒𝚕𝚒𝚣𝚊çã𝚘 𝚍𝚊 𝚜𝚎𝚐𝚞𝚛𝚊𝚗ç𝚊 𝚗𝚊𝚜 á𝚛𝚎𝚊𝚜 𝚍𝚎 𝚌𝚘𝚗𝚜𝚎𝚛𝚟𝚊çã𝚘, 𝚌𝚘𝚖 𝚎𝚜𝚙𝚎𝚌𝚒𝚊𝚕 𝚛𝚎𝚌𝚘𝚗𝚑𝚎𝚌𝚒𝚖𝚎𝚗𝚝𝚘 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚘𝚜 𝚘𝚙𝚎𝚛𝚊𝚍𝚘𝚛𝚎𝚜 𝚍𝚊 𝚁𝚎𝚜𝚎𝚛𝚟𝚊 𝙴𝚜𝚙𝚎𝚌𝚒𝚊𝚕 𝚍𝚘 𝙽𝚒𝚊𝚜𝚜𝚊. 𝙽𝚞𝚖 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚎𝚡𝚝𝚘 𝚍𝚎 𝚎𝚗𝚘𝚛𝚖𝚎 𝚌𝚘𝚖𝚙𝚕𝚎𝚡𝚒𝚍𝚊𝚍𝚎, 𝚘𝚜 𝚌𝚘𝚗𝚌𝚎𝚜𝚜𝚒𝚘𝚗á𝚛𝚒𝚘𝚜 𝚝ê𝚖 𝚜𝚒𝚍𝚘 𝚙𝚊𝚛𝚌𝚎𝚒𝚛𝚘𝚜 𝚎𝚜𝚜𝚎𝚗𝚌𝚒𝚊𝚒𝚜 𝚗𝚊 𝚍𝚎𝚏𝚎𝚜𝚊 𝚍𝚘 𝚙𝚊𝚝𝚛𝚒𝚖ó𝚗𝚒𝚘 𝚏𝚊𝚞𝚗í𝚜𝚝𝚒𝚌𝚘, 𝚏𝚒𝚗𝚊𝚗𝚌𝚒𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚘𝚙𝚎𝚛𝚊çõ𝚎𝚜 𝚍𝚎 𝚏𝚒𝚜𝚌𝚊𝚕𝚒𝚣𝚊çã𝚘 𝚎 𝚖𝚊𝚗𝚝𝚎𝚗𝚍𝚘 𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗ç𝚊 𝚎𝚖 𝚝𝚎𝚛𝚛𝚒𝚝ó𝚛𝚒𝚘𝚜 𝚟𝚊𝚜𝚝𝚘𝚜 𝚎 𝚛𝚎𝚖𝚘𝚝𝚘𝚜. 𝙴𝚜𝚝𝚎 𝚎𝚜𝚏𝚘𝚛ç𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚓𝚞𝚗𝚝𝚘 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝙴𝚜𝚝𝚊𝚍𝚘, 𝚘𝚜 𝚘𝚙𝚎𝚛𝚊𝚍𝚘𝚛𝚎𝚜 𝚎 𝚊𝚜 𝚌𝚘𝚖𝚞𝚗𝚒𝚍𝚊𝚍𝚎𝚜, é 𝚟𝚒𝚝𝚊𝚕 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚊 𝚒𝚗𝚝𝚎𝚐𝚛𝚒𝚍𝚊𝚍𝚎 𝚎𝚌𝚘𝚕ó𝚐𝚒𝚌𝚊 𝚍𝚎𝚜𝚝𝚊 𝚛𝚎𝚜𝚎𝚛𝚟𝚊, 𝚚𝚞𝚎 𝚊𝚋𝚛𝚒𝚐𝚊 𝚊𝚕𝚐𝚞𝚖𝚊𝚜 𝚍𝚊𝚜 𝚖𝚊𝚒𝚘𝚛𝚎𝚜 𝚙𝚘𝚙𝚞𝚕𝚊çõ𝚎𝚜 𝚍𝚎 𝚎𝚕𝚎𝚏𝚊𝚗𝚝𝚎𝚜 𝚎 𝚎𝚜𝚙é𝚌𝚒𝚎𝚜 𝚎𝚖𝚋𝚕𝚎𝚖á𝚝𝚒𝚌𝚊𝚜 𝚍𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚒𝚗𝚎𝚗𝚝𝚎 𝚊𝚏𝚛𝚒𝚌𝚊𝚗𝚘.” – disse Secretário Permanente do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Acubar Batista.

 

A reunião anual de Caça Desportiva, referente à época venatória de 2026, que este ano decorre sob o lema “Fortalecendo a Economia de Vida selvagem através da Inovação, Digitalização e Sustentabilidade em Benefício das Comunidades Locais” realiza-se num momento em que recentemente, entre os dias 8 e 9 de Abril de 2026, reuniram se os principais actores da Economia de vida Selvagem tomando decisões importantes que poderá transformar e elevar a contribuição da actividade de caça desportiva em Moçambique.

A caça desportiva em Moçambique opera dentro de um quadro político legal robusto e em contínua modernização.

 

Moçambique é parte activa do Protocolo da SADC sobre Conservação da Vida Selvagem e Aplicação da Lei, que reconhece o direito soberano dos Estados-Membros de gerir os seus recursos faunísticos. No contexto continental, Moçambique alinha-se com a Convenção da União Africana sobre a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, e com a Agenda 2063 da União Africana, que reconhece o papel central dos recursos naturais no desenvolvimento sustentável do continente. No Panorama Internacional, rege-se pelos princípios assumidos pela Convenção sobre o Comércio Internacional de espécies Selvagens Ameaçadas de Extinção, a CITES.

A reunião Nacional de Caça Desportiva, referente à época venatória de 2026, que este ano decorre sob o lema “Fortalecendo a Economia de Vida selvagem através da Inovação, Digitalização e Sustentabilidade em Benefício das Comunidades Locais”.(x)

MAPUTO, 10 DE ABRIL DE 2026 – O Secretário Permanente do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Acubar Batista, em representação do Ministro, Roberto Mito Albino, lançou nesta sexta-feira, 10 de Abril de 2026, o Portal do Operador de Safáris.

 

Segundo Acubar Batista, este portal responde o chamamento do Governo para digitalização, redução de contactos pessoa para pessoa, garante transparência e confiança mutua, o operador terá acesso a plataforma e vai poder ver online o estágio do seu processo, portanto, esta plataforma vai reduzir e combater a corrupção.

 

“Esta é uma ferramenta fundamental, concebida para simplificar o acesso à informação, optimizar a gestão das atividades turísticas e consolidar a transparência e eficiência num sector que é pilar vital da nossa economia nacional. Este portal, representa um sinal da enorme aspiração de digitalização dos nossos serviços.

 

Entendemos que ao digitalizar processos, estamos a valorizar o nosso património natural, assegurando uma melhor monitoria da biodiversidade, a modernização e fortalecimento dos processos de gestão e a facilitação da comunicação com os operadores, a quem também assumimos como parceiros.” –  acrescentou o Secretário Permanente do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Acubar Batista.

 

A actividade do turismo cinegético é importante por a conservação da biodiversidade através da utilização por outro lado contribui na arrecadação de receitas e canalização dos 20% a favor das comunidades locais. (x)

MAPUTO, 08 DE ABRIL DE 2026 – O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino Mito, disse durante a Conferência sobre a Economia da Vida Selvagem, na Cidade de Maputo, aos jornalistas, que há uma necessidade de darmos oportunidades aos jovens através de capacitação para oportunidades de negócios junto das áreas de conservação do país.

 

“𝘘𝘶𝘦𝘳𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘵𝘳𝘢𝘻𝘦𝘳 𝘫𝘰𝘷𝘦𝘯𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢𝘴 á𝘳𝘦𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢çã𝘰 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘨𝘦𝘳𝘢𝘳 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘮𝘦𝘪𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘴𝘵𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘢𝘵𝘳𝘢𝘷é𝘴 𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘤𝘵𝘪𝘷𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴 𝘥𝘢𝘴 á𝘳𝘦𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢çã𝘰, á𝘳𝘦𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘴𝘢𝘧𝘢𝘳𝘪, 𝘱𝘰𝘳 𝘦𝘹𝘦𝘮𝘱𝘭𝘰, 𝘲𝘶𝘦 é 𝘶𝘮𝘢 á𝘳𝘦𝘢 𝘥𝘦 𝘯𝘦𝘨ó𝘤𝘪𝘰𝘴, 𝘦 𝘯ó𝘴 𝘢𝘤𝘩𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘵𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘳𝘪𝘢𝘳 𝘰𝘱𝘰𝘳𝘵𝘶𝘯𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘴𝘦 𝘤𝘢𝘱𝘢𝘤𝘪𝘵𝘦𝘮 𝘦 𝘱𝘰𝘴𝘴𝘢𝘮 𝘵𝘪𝘳𝘢𝘳 𝘱𝘳𝘰𝘷𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘢𝘴 𝘰𝘱𝘰𝘳𝘵𝘶𝘯𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴. ” – disse o Minsitro da Agricultura, Ambiente e Pesca, Roberto Mito Albino.

 

A conferência tem como principal objectivo promover o conhecimento e a sensibilização sobre o potencial da Economia Sustentável da Vida Selvagem, evidenciando a sua importância para o desenvolvimento económico, a conservação da biodiversidade e a melhoria dos meios de subsistência das comunidades locais e garantir a Segurança Alimentar.

 

Realizado no âmbito do Projecto Meios de Subsistência Costeira e Resiliência Climática (CLCR) financiado pela Millennium Challenge Corporation (MCC), o evento decorre sob o lema “Pelo desenvolvimento de uma economia sustentável da vida selvagem em Moçambique”, e é organizado pela Associação Moçambicana de Operadores de Safaris (AMOS), em coordenação com a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e a Fundação para a conservação da Biodiversidade (BIOFUND). (x)

MAPUTO, 01 DE ABRIL DE 2026 – A Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) assinou nesta terça-feira, 31 de Marco de 2026, na Cidade de Maputo, um memorando de entendimento com a Deutsche Gesellschaft fur Internationale Zusammenarbeit (GIZ), no âmbito do Projecto ProsperAzul.

 

O Director Geral da ANAC, Pejul Calenga, disse no acto de assinatura de memorando de entendimento, que este projecto deve criar condições a favor das comunidades locais.

“Em termos práticos, este memorando deve permitir-nos trabalhar com maior coerência, previsibilidade e impacto. Deve criar condições para que a conservação, a gestão territorial, a valorização dos recursos marinhos e costeiros, e o desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis se reforcem mutuamente. Deve, igualmente, consolidar uma cultura de cooperação assente no diálogo permanente, na transparência, na responsabilização partilhada e no respeito pelos mandatos institucionais de cada parceiro.” – explicou o Director Geral da ANAC, Pejul Calenga.

 

Pejul Calenga, agradeceu o Governo da Alemanha, à União Europeia, à GIZ, ao Projecto ProsperAzul e disse que os avanços alcançados no domínio da conservação não resultam de esforços isolados.

 

“São fruto de alianças sólidas, de parcerias estratégicas e do empenho de instituições que acreditam que a protecção dos ecossistemas e a melhoria das condições de vida das comunidades podem e devem caminhar lado a lado. É precisamente neste espírito que hoje celebramos este Memorando.” – Director Geral da ANAC, Pejul Calenga.

 

Por seu turno, a Directora de Programas de GIZ Moçambique, Silke Hansen, reafirmou o compromisso do Governo alemão em apoiar o Governo de Moçambique na implementação da Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul (EDEA), com particular destaque o. pilar de Capital Natural, Ambiente e Economia Circular.

 

“A GIZ, através do Projecto ProsperAzul, co-financiado pela União Europeia e pelo Governo alemão, promove um crescimento económico inclusivo, resiliente e inteligente em termos climáticos, através do fortalecimento de uma Economia Azul Sustentável em Moçambique.” – Directora de Programas de GIZ Moçambique, Silke Hansen.

 

Silke Hansen explicou que programa visa apoiar o desenvolvimento de sectores da Economia Azul que equilibram conservação e crescimento inclusivo, por meio de fortalecimento de cadeias de valor azuis sustentáveis, ao mesmo tempo que promove a resiliência climática nas comunidades costeiras, reforçando a consciencialização e as capacidades locais para a governação dos oceanos e a protecção da biodiversidade.

 

“Esta parceria com a ANAC reforça a nossa visão comum de um futuro em que a conservação da natureza caminha lado a lado com o desenvolvimento económico e social e tem uma contribuição directa e mensurável no apoio a uma das paisagens marinhas mais importantes da costa ocidental do Indico, a Paisagem Marinha de Inhambane e o Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto.” – explicou a Directora de Programas de GIZ Moçambique, Silke Hansen.

 

A ANAC encontra no Governo da República Federal da Alemanha e na União Europeia parceiros de uma consistência e visão notáveis. O apoio que se recebe, quer através da GIZet, quer do KfW, tem sido um pilar fundamental para o fortalecimento do sistema nacional de conservação. (x)

MAPUTO, DE 15 MARÇO DE 2026 – O Secretário de Estado da Terra e Ambiente, Gustavo Sobrinho Ddege, afirmou no último dia 7 de Março de 2026, na reunião com operadores e parceiros da ANAC, que a situação de segurança na Reserva Especial do Niassa é de estabilidade e Paz e aproveitou a ocasião para convidar os turistas para visitarem a maior reserva das áreas de conservação do país.

 

O Director Geral da Administração Nacional das Conservação (ANAC), Pejul Calenga, disse que a situação está calma e até ao momento a Reserva Especial do Niassa não regista nenhum incidente e aproveitou para saudar a colaboração da Força de Defesa e Segurança de Estado, o engajamento de Operadores de Caça e Comunidades Locais no âmbito de insurgência.

 

Para o Presidente da Associação Moçambicana dos Operadores de Safaris, Adamo Valy, a situação esta calma, porém ficaram as consequências as marcas destas instabilidades e os operadores estão a tentar reerguer-se.

 

Por seu turno, o Director do Complexo Ambiental da Mariri, Keith Begg um dos pontos, que foi escalado pelos insurgentes, a situação esta muito calma e já se voltou a todas operações de todos os programas de educação com as comunidades e se continuar se com esta Paz teremos muitos turistas.

 

Para Elias Maganda, Director de Operações da Kambako Safaris, a situacao esta muito calma e encorajador, e sublinhou que tem tido muito apoio do Administrador da Reserva Especial do Niassa.

Derek Littleton, da LUWIRE Safaris, Bloco 7 da Reserva Especial do Niassa, a situação esta calma e estão a traçar mais estratégia para garantir e reforçar a segurança da reserva.

 

Jumbo Moore, da Kambako Safaris, da Reserva Especial do Niassa, revelou que durante o ataque morreram dois colegas e que do momento estão preocupados com as licenças para voltarem a reconstruir o acampamento. (x)